Confesso que por mais que não queiramos, sempre temos algo para confessar… Chegara a minha hora.
Hoje. Um dia de muita reflexão. E confesso que às vezes tenho perdido o verdadeiro sentido da vida. Tenho agido de forma leviana, e afastado algumas pessoas de mim, talvez as mais importantes. Confesso que senti falta de algumas ligações, alguns abraços e conversas longas jogadas fora.
Daí, eu me senti sozinha no mundo. Confesso que fiz um mergulho em mim, e quase perdi o fôlego, mas a vontade de vencer e superar os obstáculos dessa vida derradeira pulsara mais forte, foi assim que voltei à superfície, respirei ar puro, combinado com uma dose de amor…
Amor? Sim, amor, apesar de incompleto, os meus sentimentos são leais ao que eu necessito. Podem ser um tanto distorcidos ou incoerentes, mas são de alma e coração. Também venho confessar carências, tristezas e ciúmes. Ciúmes do tempo… não sei.Confesso que a vontade de escrever surge cada vez mais em mim. Porém a vontade de abraçar alguém hoje é bem mais intensa. No fim de tudo, confesso que sou essa menina boba, que luta pelos seus sonhos e acredita no amor. Completarei daqui a alguns dias, 18 primaveras, tenho me tornado grande. É assim, às vezes esquecemos que grandeza é o simples fato de existir. Confesso pela última vez: Só aprecio o que escrevo com o coração.